Trajetória

Lucas Viriato é formado em Letras pela PUC-Rio, com habilitação em Produção Textual e habilitação complementar em Formação de Docentes pela Universidade Cândido Mendes. Em 2012, completou o Mestrado em Literatura Brasileira também na PUC-Rio, e em 2016 ingressou no Doutorado, no curso de Literatura, Cultura e Contemporaneidade da PUC-Rio, ambos orientados pela professora Marília Rothier Cardoso. Trabalha regularmente como professor de literatura e oficinas poéticas, desde o Ensino Médio até a Pós-graduação, e no momento atua como Visiting Scholar no programa de Latin American Studies da Universidade de Toronto.

Desde 2006, edita o jornal literário impresso e virtual "Plástico Bolha", que já publicou centenas de autores, entre estreantes e consagrados. É autor dos livros: "Memórias Indianas" (2007); "Retorno ao Oriente" (2008); "Contos de Mary Blaigdfield, a mulher que não queria falar sobre o Kentucky — e outras histórias" (2010); "Curtos e Curtíssimos" (2012); "Muestras" (2013); "Corpo Pouco" (2013); "Blue" (2015); "Nepal Legal" e "Índia Derradeira" (2017); e "Poemas da Cor do Sangue" (2018). Traduziu o livro "O estranho mundo de Jack", de Tim Burton (2016), e o livro "Limo", de Néstor E. Rodríguez (2018). Organizou a "Antologia de prosa Plástico Bolha" (2010) e a "Antologia de poesia Plástico Bolha" (2014). Teve dois poemas selecionados para a antologia "É agora como nunca", organizada por Adriana Calcanhotto (2017). Atua como editor da OrganoGrama Livros, tendo publicado mais de 20 títulos nos últimos anos. Participou de diversos eventos de poesia nacionais e internacionais.

Tem atuação regular como curador e produtor. Organizou o evento "Labirinto Poético" para a Prefeitura do Rio de Janeiro (2012-2018), e coordenou, com o poeta Chacal, o tradicional evento de poesia "CEP 20.000" (2010-2011). Em 2015, foi curador da exposição "Poesia Agora", que reuniu a obra de mais de 500 poetas no Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo e teve reedições na Caixa Cultural de Salvador (2017) e na Caixa Cultural do Rio de Janeiro (2017), sendo considerada um dos registros mais marcantes do panorama contemporâneo de poesia no país. Recebeu o Prêmio Agente Jovem de Cultura, concedido pelo Ministério da Cultura do Brasil (2012), e recentemente foi nomeado como chanceler da ABRESC, a Academia Brasileira de Escritores (2018).